Texto
de Yuna Vitória
Eu
não ia me posicionar sobre a polêmica da jogadora Tiffany que foi
reacendida recentemente, fervendo de forma bastante sensacionalista,
como de praxe, o debate sobre o acesso de pessoas trans ao esporte.
Não o faria por considerar a discussão escusa, pouco produtiva e
extremamente cansativa, uma aplicação de energia que reage a
miradas cisnormativas cotidianas e superficiais, mas diante do número
de pessoas que me procuraram com dúvidas sobre o assunto, muitas
extremamente queridas, e pensando no compromisso - e responsabilidade
- do meu ativismo, resolvi fazê-lo.