A origem da opressão de gênero
Primeiramente, o que é uma mulher?
Estaria esta definição da origem da opressão marcada na diferença genital e no "destino reprodutivo" ou na construção feita ao redor deste destino cuturalmente em nome de uma superioridade de uma das categorias, e de uma divisão do trabalho específica ocidental e européia?
Pense na metade do século vinte. Ali, naquele momento, Simone de Beauvoir quando escreve seu célebre Segundo Sexo faz uma série de assumpçòes a respeito de porque a hierarquia de gênero teria sido criada e mantida. Seus argumentos passam pela filosofia e pelos mitos. Por grandes filósofos e pais da medicina e da filosofia política definindo mulheres como homens imperfeitos. Depois se concentra nos pensadores que fizeram questão de apontar as diferenças biológicas que afetariam o caráter feminino a ser talhado para o cuidado e para a servidão, não para o proetagonismo de si. E define que num mundo em que a ontologia do saber inclui o homem como universal, a mulher seria o seu outro. A própria autora cai em algumas generalizações corporais e deterministas biológicas a respeito da natureza física e moral de pessoas com útero e define algumas características de fraqueza e de força com base nessas generalizações e ainda compara naturezas diferentes de opressão da mulher submissa e domesticada, ao negro domesticado, ao outro racial do humano universal, o homem.
Primeiramente, o que é uma mulher?
Estaria esta definição da origem da opressão marcada na diferença genital e no "destino reprodutivo" ou na construção feita ao redor deste destino cuturalmente em nome de uma superioridade de uma das categorias, e de uma divisão do trabalho específica ocidental e européia?
Pense na metade do século vinte. Ali, naquele momento, Simone de Beauvoir quando escreve seu célebre Segundo Sexo faz uma série de assumpçòes a respeito de porque a hierarquia de gênero teria sido criada e mantida. Seus argumentos passam pela filosofia e pelos mitos. Por grandes filósofos e pais da medicina e da filosofia política definindo mulheres como homens imperfeitos. Depois se concentra nos pensadores que fizeram questão de apontar as diferenças biológicas que afetariam o caráter feminino a ser talhado para o cuidado e para a servidão, não para o proetagonismo de si. E define que num mundo em que a ontologia do saber inclui o homem como universal, a mulher seria o seu outro. A própria autora cai em algumas generalizações corporais e deterministas biológicas a respeito da natureza física e moral de pessoas com útero e define algumas características de fraqueza e de força com base nessas generalizações e ainda compara naturezas diferentes de opressão da mulher submissa e domesticada, ao negro domesticado, ao outro racial do humano universal, o homem.